Archive for agosto, 2010

Jon Lajoie

É isso aí! Pra finalizar a madruga, um dos maiores mitos da comédia da era da internet, Jonathan (Jon) Lajoie (a pronúncia não é ‘lajoy’, e sim “lajwa”). O cara é comediante, ator, músico… enfim, FODA! Vocês queiram ou não, vou encher esse post de vídeo, porque o cara simplesmente merece!

A fama veio com o vídeo “Everyday Normal Guy”, que não vou colocar aqui, mas que deve ser visto também. O estilo dele é bem no de fazer paródia com músicas pop ou rap e faz de uma forma que a música serviria perfeitamente pra aparecer nas rádios… mas aí nas letras ele aproveita pra tirar uma com a cara de tudo, com muito uso de palavrão e observação absurda de como as coisas reais são feitas. Além disso, tem curtinhas em que ele faz aqueles esquemas de comerciais americanos ou músicas de 1 min. Além de ter lançado um CD com as músicas e fazer shows por aí, ele integra uma série nova do canal FX sobre 5 caras fanáticos por fantasy football.

Mas vamos aos muitos vídeos… ainda bem que consegui todos com legenda pra quem não sabe inglês… mas quem souber inglês, ignore, porque não foram das melhores traduções que já vi. E se você não gosta de palavrões, não perca seu tempo. Mas vejam TODOS OBRIGATORIAMENTE! O cara é um gênio da comédia/música!

Show Me Your Genitals (ele faz um rapper branco bobão que se acha fodão)

Being Gay (comercial sobre ser gay)

Alone in the universe (paródia de U2/Coldplay)

Breathing (comercial sobre respirar)

High as Fuck (música lentinha sobre ficar chapado pra caralho)

Why Did You Leave Me? (curtinha)

Hands (comercial de mãos)

Too Fast (muito rápido… assistam e entenderão)

Radio Friendly Song (música pop tirando uma com as músicas iguais feitas para tocar em rádio)

WTF Collective (rap tirando com aqueles grupos que tem um monte de rappers)

Muito grande o post né? Isso que ainda deixei um monte de vídeos bons de fora… então se curtiram, vão pro youtube e digitem Jon Lajoie lá! Vale muito a pena!

Até o próximo post e tchau!

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agosto 31, 2010 at 3:29 am 2 comentários

Protest The Hero – Fortress (2008)

Mais um post, mais um CD. Já me aconselharam a diminuir a velocidade de postagem, porque senão vai acabar assunto… acreditem em mim, não vai. Só de seriados, CDs e esporte eu levo isso por uns 100 anos fácil. E mereço respeito também… terei 49/50 posts logo no 1º mês… não é pra qualquer um!

A banda de hoje é a canadense Protest The Hero e seu 2º CD Fortress, que é dividido em 3 partes separadas por partezinhas de piano (coisa de povo prog). Eu não me lembro de ter ouvido o 1º deles (Kezia), então evitarei comparações, mas dizem por aí que foi uma evolução. Pra direcionar, dá pra dizer que a pegada dos caras é um progressive metal mais moderno. É complicado falar do que essa banda faz, mas vamos tentar.

São tantos elementos que um deles pode simplesmente fazer você detestar, mesmo com tanta coisa boa por trás. Eles realmente pegaram o que sabiam fazer e exploraram o máximo daquilo, tiraram até a última gota. O vocal canta normal em um timbre mais agudo, coisa que se vê mais nas bandas de hoje, mas também manda uns berros esguelados E guturais também. O batera e o baixo mandam bem também…. nada que me saltou os ouvidos, mas fazem bem a função. Os guitas são extremamente virtuosos e tão sempre fazendo riffs complicados de tempo quebrados e solando que nem imbecis… e esse é um negócio que eu gosto deles, porque curto virtuosismo na guita… mas ao mesmo tempo, tem hora que é um CHUTE NO SACO, junto com o vocal.

Esse álbum foi muito bem aceito pela crítica especializada, então merece uma ouvida. Caso não goste de um som, desista, é na mesma pegada. E a que tudo indica vem coisa deles nova por aí no início de 2011 e, segundo o vocal, “caindo mais no progressivo”. Tô curioso pra ver.

Nota: 7,5

Top 3:

1. Goddess Gagged

2. Bone Marrow

3. Limb From Limb

O MySpace dos caras é o www.myspace.com/protestthehero e lá vocês podem ouvir Palms Read inteira e um sample de 30 segundos da Spoils, The Dissentience, Sequoia Throne, Bloodmeat e Bloodmeat instrumental.

Agora aos vídeos. O 1º são eles tocando Limb From Limb na MTV com boa qualidade de vídeo e som… só pra vocês terem uma idéia de como os guitas trabalham.

O 2º é o clipe de Sequoia Throne.

Até o próximo post e tchau!

agosto 31, 2010 at 3:04 am Deixe um comentário

Joey Jordison considerado melhor batera dos últimos 25 anos

É isso aí… vi hoje no G1, uma publicação especializada da inglaterra e seus 100 mil leitores elegeram Joey Jordison, do Slipknot, como o melhor batera dos últimos 25 anos.

Sinceramente, discordo. Tudo bem, ele é monstro… extramamente técnico e rápido, com muita facilidade em tocar o instrumento, mas vamos com calma. Ficar na frente do gênio firuleiro Mike Portnoy? Neil Peart? Dave Lombardo? E aposto que nem consideraram Chris Pennie (ex-The Dillinger Escape Plan) ou Kenneth Schalk (ex-Candiria) entre muitos outros que poderíamos citar.

Se for parar pra pensar e analisar (que é o que eu não estou fazendo) ele deve ficar no top 10 ou até top 5… mas melhor dos últimos 25 anos, NÃO.

Pra não ficar sem nada e vocês não me atacarem sem razão dizendo que eu acho ele ruim, o vídeo de um solo dele aí.

E aí? O que acham?

Até o próximo post e tchau!

agosto 31, 2010 at 2:25 am 1 comentário

Poison The Well – The Opposite of December… A Season of Separation (1999)

É! Chegou a hora de falar da minha 2ª banda preferida de todos os tempos: POISON THE WELL! Me arrependo até hoje de não ter ido no show deles no hangar em sampa…

Banda formada em 97, lançou um EP (Distance Only Makes The Heart Grow Fonder) que não é lá aquelas coisas, mas despertou o interesse da gravadora Trustkill, que fez um contrato de 2 álbuns. Nisso (por sorte) o vocal do EP saiu e entrou o Jeffrey Moreira, que considero um dos principais responsáveis por tudo que o Poison The Well foi, é e sempre será.

Essa banda foi uma das precursoras do estilo metalcore (mistura de  metal com hardcore) e de fato é. Hoje em dia o “estilo” é meio que genérico e tem muita banda lixo que leva esse nome por causa de uma coisinha ou outra. Mas voltando ao CD: The Opposite of December foi eleito pela revista de música Guitar World como 8º melhor disco de Hardcore de todos os tempos. Respeito, hein?

E é foda mesmo. Do início ao fim. Não vou dizer que é meu favorito, porque prefiro o sucessor, mas é MUITO bom. Mostrava o que a banda era e o quanto podia crescer. Os timbres e as linhas das guitas são extremamentes bons, o batera é um monstro e o vocal encaixou perfeitamente naquilo que viria a ser uma marca na música contemporânea (pelo menos na minha opinião).

O porquê de gostar tanto dessa banda? Conforme eu for passando os CDs vocês verão o que é criatividade e mudança sem perda de qualidade. No caso desse CD, o 1º deles, o foco tá mais no hardcore e com as famosas quebras melódicas que são até de assustar… parece que não tem como cair naquilo, mas ainda assim cai… e destrói. Ouvida muito mais do que OBRIGATÓRIA pra quem curte som.

Nota: 10 (não ia dar 10, porque a música Nerdy não me desce mais… mas foi a que me fez conhecer a banda)

Top 3:

1. Slice Paper Wrists

2. My Mirror No Longer Reflects

3. Mid-Air Love Message

O MySpace dos caras é o www.myspace.com/poisonthewell, mas lá vocês não vão encontrar nada desse disco pra ouvir.

Aliás, foi lá que li a notícia triste que depois de 12 anos de banda e 5 CDs fodas, o Poison The Well entrou em um hiato. No post lá eles agradecem todo o apoio dos fãs comprando CDs, camisetas, indo aos shows, mas que agoram irão perseguir alguns interesses pessoais, pois a banda ocupava o tempo todo. Espero que voltem! Voltem porra! Parar depois da genialidade que foi o Tropic Rot (último CD, de 2009)?

Que eu saiba não existe clipe desse CD… então vou deixar vocês com 2 sons dele ao vivo de um DVD (raro, que eu tenho original… durmam com essa) de ótima qualidade de imagem e som. O 1º é meu top 1, Slice Paper Wrists nessa versão ao vivo sensacional.

O 2º não faz parte do top 3, mas é muito foda também… Artist’s Rendering of Me.

Até o próximo post e tchau!

agosto 29, 2010 at 3:07 pm 1 comentário

UFC 118: Edgar Vs. Penn 2 / Couture Vs. Toney

E vamos lá, pra encerrar a noite e mostrar que aqui no blog do uruca as coisas são rápidas, comentarei (dessa vez mais objetivamente) sobre o UFC 118, que acabou faz pouco tempo… 1 hora e meia no máximo.

Com os anúncios empolgantes de Bruce Buffer, começa o UFC 118, dessa vez no TD Garden em Boston… sempre contando com celebridades na platéia, como Dropkick Murpys, Tom Brady, Wes Welker, Shaq, Glen Davis e Chuck Liddell, lutador que já faz parte do Hall da fama do UFC.

1ª Luta – Nate “The Kid from Stockton” Diaz (EUA) [13-5] vs. Marcus “Irish Hand Grenade” Davis (EUA) [17-1]: Foi uma luta até que interessante. Davis mostrou grande habilidade no trabalho de pé e esquiva… mas como tinha um soco de menor alcance, tinha que trazer a luta mais pra perto. Diaz, com cara de assassino, ficava provocando e distribuindo golpes sem se preocupar muito com a guarda. O que atrapalhou foi um corte sério no supercílio do Davis… até o médico oficial do UFC teve que olhar, porque o negócio tava feio. No 3º round, em uma das tentativas de aproximação do Davis, sempre protegendo o olho, Diaz aproveitou a chance e deu a guilhotina botando o cara pra dormir. Isso deu pra ele a vitória por submissão.

2ª Luta – Kenny “The Machinist” Florian (EUA) [14-5] vs. Gray “The Bully” Maynard (EUA) [10-0-1]: Essa luta foi chata. Toda hora que o Florian tentava ousar mais, era levado pro chão pelo Maynard (que tá com a carreira invicta). E foi isso os 3 rounds, dando a vitória por decisão unânime para o The Bully, que vai enfrentar o vencedor dessa mesma noite pelo cinturão dos leves.

3ª Luta – Demian Maia (BRA) [13-2] vs. “Super” Mario Miranda (BRA) [12-2]: Ambos são faixa preta no tão respeitado Brazilian Jiu-Jitsu… mas o nível do Demian nessa luta é extremamente superior (o cara já levou uma porrada de titulos no Jiu-Jitsu). Mesmo o Miranda treinando com o gênio Anderson Silva, não deu boca. Demian Maia levava a luta pro chão e a visão dele é impressionante: a cada movimento do adversário ele já mudava de posição coma  intenção de acabar a luta e não de apenas acabar o round na frente. Só que o Mario treinou como se safar de umas frias e escapou de duas chaves de braço do Demian. Mas, no fim das contas, vitória para o Demian Maia por decisão unânime.

4ª Luta – Randy “The Natural” Couture (EUA) [19-10] vs. James “Lights Out” Toney (EUA) [1ª luta]: Toney tem um histórico de 72 vitórias no boxe (44 por nocaute) além de 11 títulos em 5 categorias diferentes… é o 1º boxeador a migrar para o UFC, enfrentando o veterano e já no Hall da Fama, Couture. James Toney tem um bom alcance, trabalho de pé e poder destrutivo nas duas mãos (por ser um boxeador)… então o que o veterano de 47 anos Couture (e já no Hall da Fama do UFC também) fez? levou ele pro chão e o arrebentou sem dó! Depois de socar até cansar, Randy terminou com um triângulo de braço e pegou a vitória por submissão. Foi corajoso por parte do boxeador migrar, mas tem que treinar, amigo! Boxe é apenas um dos fundamentos do MMA (eu fazia boxe e tinha caras de MMA que treinavam comigo).

5ª Luta – Frankie “The Answer” Edgar (EUA) [13-1] vs. B.J. “The Prodigy” Penn (EUA) [15-7-1]: BJ Penn tem o apelido de prodígio porque conseguiu todas as honras (como a de ser o 1º não-brasileiro a ser campeão mundial de Brazilian Jiu-Jitsu) além de já ter conseguido o cinturão do UFC em 2 categorias diferentes… e o cara é realmente foda… já foi considerado o melhor lutador dos pesos leves a pisar nesse planeta! Mas no UFC 112: Invincible (em Abu Dhabi) ele perdeu o cinturão pro baixinho Edgar por decisão unânime em uma luta chata e apertada. Agora seria a revanche do prodígio, a hora de socar a própria cara e lamber as luvas depois de ver o Frankie derrotado no chão. Mas não foi bem assim. Edgar também cresceu muito desde aquele dia e, hoje, dominou a luta. Todos os rounds levava o BJ para o chão… e por mais que ele saiba como se defender, tomou umas boas cotoveladas ali. Os 3 primeiros rounds já eram do “The Answer”, e merecidos, porque o BJ estava muito apático… parecia que a melhoria do Frankie tava assustando ele. Penn deu alguns indícios de tentar alguma coisa pra finalizar a luta, mas o Frankie Edgar se manteve extremamente ágil e rápido do início ao fim da luta, chocou mais uma vez os fás do UFC e manteve o cinturão dos leves. Mais pra frente, lutará contra o Gray Maynard, único cara que ganhou dele.

E aí? O que acharam desse?

Agora é esperar o UFC 119 que contará com Mir vs. Cro Cop e Minotouro vs. Bader, além de mais 3 lutas no Main Card. Será no dia 25 de setembro no Conseco Fieldhouse em Indianapolis.

Até o próximo post e tchau!

agosto 29, 2010 at 4:09 am 1 comentário

The Bled – Heat Fetish (2010)

A hora que engrena vai um post atrás do outro! E claro que música não ia passar em branco!

The Bled é uma banda de Tucson, Arizona, que já foi rotulada como post-HC, metalcore, mathcore… enfim, é um tanto quanto difícil rotular o que eles fazem, então vamos deixar sem… ou não, Arnaldo? Bom, pensem em um metalcore mais bem trabalhado com partes melódicas só pra direcionar.

Eu sempre gostei dessa banda… nunca foi um “OH PQP THE BLED!” mas tem bons CDs.. não aqueles discos que você ouve de cabo a rabo sem medo, mas enfim, muito bem feitos. Depois de 3 álbuns com uma tal formação e fazendo muitas turnês de suporte para bandas como The Used, Every Time I Die, The Dillinger Escape Plan, etc., eles disseram que iam dar uma parada. Além de cansados e com idéias diferentes, a grana tava meio curta.

Nisso, 3 membros da banda vazaram… O batera foi tocar com o Gavin Rossdale (Bush), um dos guitarristas começou a trabalhar em uma empresa e o baixista foi terminar a faculdade. Com isso, sobraram só James Muñoz (vocal) e Jeremy Ray Talley (guitarra). Entraram caras novos, assinaram um contrato de 2 discos com a Rise Records e voltaram a trabalhar.

E que surpresa! Sério, esse CD tá sensacional! Pra mim, já é o melhor deles e, quiçá, o melhor de 2010! Extremamente viciante, bem trabalhado… gritaria, quebradeira de tempo mas sempre com melodias vindas das guitarras ou dos vocais, mantendo um puta equilíbrio. OBRIGATÓRIA a ouvida pra quem curte um sonzinho mais pesado. Além disso, é bem legal ver que eles foram influenciados por bandas fodas como Every Time I Die e Deftones… quem conhece, vai perceber no meio das músicas.

Nota: 9

Top 3:

1. Crowbait

2. Crawling Home

3. Mouthbreather

O MySpace dos caras é o http://www.myspace.com/thebled e lá vocês podem ouvir Smoke Breaker, Crowbait e um sample de 30 segundos da Mouthbreather (a música tem 1:32… custava deixar ela inteira?).

E agora, como de costume, os 2 vídeos. O 1º é o clipe do som Smoke Breaker:

E um daqueles que só tem foto e o som rolando… Crawling Home (essa é pra mostrar como eles misturam bem o pesado e o melódico):

Até o próximo post e tchau!

agosto 29, 2010 at 3:19 am Deixe um comentário

Beatbox

E aqui estou eu de novo, aproveitando o gancho do apelido do meu amigo. Dessa vez, vamos falar de beatbox, a arte de simular com a boca os mais diversos sons, na maioria das vezes batidas junto de sons anasalados ou até mesmo vocal e scratches. Se você for idiota como eu e tentar isso em casa achando que pode ser um novo talento, nem vá em frente… envolve muita técnica e há um grande risco de que você sinta muita vergonha de si por um tempo… hahaha.

Não sou especialista nisso, não estou por dentro da história dessa categoria. E compreendam… vi algumas batalhas de beatbox, e o negócio consegue ser legal por um tempo… depois começam repetições e empolgações, aí vira um tédio.

Então vou colocar aqui o vídeo de uns caras que achei bem legais…. apresentações curtinhas, direto ao ponto.

Começando com um cara que não descobri muito a respeito… sei que ele chama Joseph e participou da versão francesa do American Idol… seja lá como se chama, vamos evitar “biquinhos” desnecessários. O cara faz uns lances muito fodas juntando os sons anasalados e dá pra ver o sofrimento na cara dele… hahaha. O cara mandou muito! Confiram:

Agora, Joel Turner que é um beatboxer da Austrália, além de compositor, produtor, instrumentalista, etc. o cara apareceu no Australian Idol (adivinhem versão de qual programa) e chamou a atenção. De lá pra cá ele manteve o título mundial do beatbox de 2005 até 2009 e tem 2 CDs, que eu não ouvi. Mas vejam uma apresentação dele aí no Australian Idol… o cara faz delay em batida, assovia junto e manda um drum and bass bem foda.

E, pra finalizar, 2 vídeos do Hikakin, que eu também não consegui muita informação… não que seja importante, mas enfim, o japonês manda bem demais também! O 1º vídeo é dele fazendo Harder, Better, Faster Stronger do Daft Punk. Cantando junto e tudo mais. Bem massa.

E o 2º é um vídeo dele fazendo beatbox de vários sons do Mario. Vale muito a pena ver!

Até o próximo post e tchau!

agosto 29, 2010 at 2:58 am 1 comentário

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uruca

Sobre o blog:

Eu sou o uruca (Lucas) e esse blog é sobre esportes (NFL, NBA, MLB, UFC, etc), games, seriados, filmes, bandas, etc. Tudo que eu curto (ou nem tanto) vem pra cá. Divirtam-se.

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